A jornada de sucesso de Walas Lopes, criador do Networkers, ele conecta profissionais de peso em encontros informais que geram negócios, colaboração e impacto social.
Por Cláudia Santana
Em meio aos escritórios espelhados da Faria Lima, em São Paulo, um empresário tem se destacado por unir profissionais de alto desempenho em encontros regados a picanha, música havaiana e conexões estratégicas. Walas Lopes, conhecido por muitos como “ET” e pai da pequena Bella, criou um modelo próprio de networking que mistura leveza, propósito e impacto social.
Aos 33 anos, Lopes é o fundador do Networkers, um grupo que conecta profissionais do mercado financeiro, tecnologia, saúde, advocacia e consultorias. Os eventos, realizados em uma tradicional churrascaria da zona oeste paulistana, reúnem cerca de 130 pessoas por edição. Ao todo, mais de 2.500 nomes já passaram pelas rodas de conversa promovidas por ele.
“O segredo é trabalho e clareza. Clareza de propósito, clareza de público, clareza de proposta”, afirma. Segundo Lopes, o diferencial do Networkers está em cultivar um ambiente de “negócios com leveza e impacto”, descontraído, mas altamente estratégico. “As pessoas estão comendo, bebendo, trocando ideias. Não é uma palestra. É um encontro com propósito.”
A iniciativa surgiu após a criação da comunidade Private List, que reunia contatos de confiança. Os próprios integrantes pediram por encontros presenciais. O primeiro evento teve dez pessoas – incluindo o próprio anfitrião. Hoje, a estrutura é profissional e segmentada por categorias de ingresso, com diferentes níveis de acesso e interação. Os participantes da área Pro, por exemplo, recebem com antecedência uma lista detalhada com nome, cargo, setor e interesses de cada convidado. Os ingressos Plus custam R$ 163,00 e dão acesso à lista de todos os eventos com milhares de participantes e entrada na área V.I.P. Já os ingressos Prime, por R$ 433,00, garantem ao participante três minutos de apresentação na área V.I.P., foto profissional e liderança em mesas de networking rotativo.
Apesar do uso de inteligência artificial para cruzar interesses entre os convidados, Lopes garante que o toque humano continua essencial. “A IA não entende ainda as sutilezas do que conecta uma pessoa à outra. A gente refaz muitas sugestões para garantir que haja sinergia real.”
O impacto também vai além dos negócios. Cinco por cento do faturamento dos eventos é revertido para o Movimento Livre, causa social do Networkers. Jovens de em situação de vulnerabilidade são levados ao evento para vivenciar a ambiência de negócios e ouvir relatos de profissionais que atuam nas profissões que almejam em sua vida adulta.
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E assista à entrevista completa no YouTube:
Assista aqui à conversa com Walas Lopes