O pai por trás da IA mais gentil do Brasil

Criador do Bambino, Rafael Wisch quer transformar a infância com uma inteligência artificial que educa com empatia e aproxima pais e filhos por meio da tecnologia

Por Cláudia Santana

Do carrinho de sorvete aos palcos do Vale do Silício, Rafael Wisch construiu uma trajetória que mistura simplicidade e visão de futuro. Hoje, à frente de negócios milionários, ele aposta em uma missão ainda mais ambiciosa: humanizar a tecnologia para cuidar de crianças.

O Bambino, sua nova plataforma de educação infantil, é o projeto mais pessoal do multiempreendedor. A ideia surgiu da própria experiência como pai. “A dor de ver meus filhos sozinhos com o celular me incomodava”, conta. O aplicativo usa inteligência artificial para criar conteúdos educativos e afetivos, adaptados ao tempo e ao humor de cada criança.


Rafael aprendeu cedo o valor do básico bem-feito. Aos 15 anos, vendia picolés nas ruas. Hoje, lidera empresas como a Greenn, de marketing digital, e a Piccolo Sorvetes, que integra tecnologia à indústria alimentícia. Seu evento DSA, que será realizado em julho, reunirá nomes como Mário Gazin e Marcos Roski.

O Bambino nasceu para as famílias, mas já mira as escolas. A transição, segundo Wisch, é natural. “Se funciona em casa, pode apoiar o professor também.” A ideia é ampliar o acesso com preço justo e modelo escalável. “Tecnologia só faz sentido se for pra todos”, resume.

Para ele, inovação não é sobre correr, mas sobre direção. “É fazer com alma, mesmo que leve tempo.” Se der certo, o Bambino pode marcar uma geração. “Quero crianças mais preparadas, famílias mais conectadas. Menos ruído, mais presença.”

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@rafaelwisch
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